62,6% concordam que é melhor bater no filho para ‘não virar bandido’, apesar de 71,8% acreditarem que a relação deve ser baseada no diálogo

Uma pesquisa realizada pela Ipsos em 2021, a pedido da Fundação José Luiz Egydio Setúbal e do Instituto Galo da Manhã, avaliou a percepção dos brasileiros sobre o tratamento e a criação de crianças e adolescentes.

O levantamento, que ouviu 2.238 pessoas, mostrou que a maioria acredita que o diálogo é importante, mas ainda há desconhecimento sobre o que fazer em casos de maus-tratos.

Atividades pelas quais crianças e adolescentes podem ser responsáveis

Percepção sobre como deveria ser a criação de crianças

Diferenças na educação de meninos e meninas

Concordância com afirmações em relação à criação dos filhos

O que faria caso presenciasse agressões a uma criança

 

Conhecimento sobre instituições de auxílio a crianças que sofrem maus-tratos

Observações: O texto original de cada pergunta foi adaptado para facilitar a leitura e a compreensão.

Fonte: estudo quantitativo face a face realizado pela Ipsos, a pedido da Fundação José Luiz Egydio Setúbal e do Instituto Galo da Manhã. O levantamento foi realizado em 134 municípios, entre 05/11/2021 e 01/12/2021, com 2.238 entrevistados entre a população geral adulta. A margem de erro é de aproximadamente 2 pontos percentuais, podendo variar de acordo com o percentual de cada resposta.

Link para matéria: NEXO JORNAL
Autores: Gabriel Zanlorenssi e Lucas Gomes