Quem apanhou para aprender precisa ensinar do mesmo jeito?
Cada vez mais, a resposta é não.
Novos dados mostram que muitos adultos estão conseguindo romper ciclos de violência vividos na própria infância e construir outras formas de educar — com limites, diálogo e afeto.
Em seu novo artigo, o Dr. José Luiz Setúbal reflete sobre essa mudança e sobre o caminho para uma infância mais protegida e acolhedora.
Leia o artigo completo em: https://oglobo.globo.com/saude/jose-setubal/post/2026/08/a-educacao-que-sonhamos-e-a-que-praticamos.ghtml
Fundação José Luiz Setúbal, o mais completo polo de saúde infantil do Brasil.